Pop Up + Mapping = WOW!

2 de fevereiro de 2011

Dois dos temas mais manjados dos últimos tempos mas que, juntos, resultam em alguma coisa realmente inspiradora.

O Ice Book é um espetáculo de teatro em miniatura, um livro de pop-up
que ganha vida como que por magia. Conta a história de uma princesa misteriosa que atrai um garoto em seu mundo mágico para aquecer seu coração de gelo. É feito de folhas de papel e de luz, concebidos para dar a uma platéia ao vivo uma experiência imersiva de cinema, teatro, dança, mímica e animação.

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E já que os cubos estão na moda…

18 de janeiro de 2011

… conheça o SIFTEO! Uma revolucionária plataforma de games que transcende o espaço da tela do computador, mas que também não é um game portátil. Um belo exemplo de como tecnologias amigáveis podem gerar produtos surpreendentes!

 

O vídeo abaixo é 100% autoexplicativo!

 


Gesture Cube

6 de janeiro de 2011

iPad? Galaxy Tab? Slate? Playbook?

Pode esquecer todas essas tecnologias ‘velhas’ e bidimensionais. O futuro é o CUBO!

(se um dia ele chegar a ser produzido… lembra do Microsoft Surface?)

 


Nano Watch, o iPod de Pulso

25 de outubro de 2010

A idéia é tão óbvia que surpreende que ninguém tenha pensado nisso antes! Graças as suas diminutas dimensões, o novo iPod Nano está a uma pulseira de distância de se transformar em um relógio de pulso pra lá de moderno.

 

Lembra do 'relógio-calculadora'? Pois é... ele evoluiu!

Lembra do 'relógio-calculadora'? Pois é... ele evoluiu!

Bem… a pulseira Rock Band resolveu a parada!

Clique aqui para comprar a sua (iPod não incluído)!


Terror de Verdade!

18 de março de 2010

A idéia nem é nova: misturar tecnologias de interação ao vivo com espetáculos de entretenimento. Pode-se dizer até que é uma ‘tendência’  no show bizz. Mas quando a coisa é bem feita, merece destaque. O 13th Street, um canal à cabo especializado em terror, promoveu um filme realmente interativo, onde um espectador na platéia recebe um telefonema e, através dele, “comanda” todas as ações do protagonista. O vídeo abaixo ilustra o case de forma perfeita:

Mesmo não sendo original, a idéia é realizada excelentemente.

De uma forma diferente, mas partindo do mesmo princípio, a MTV americana exibiu o programa ‘The Phone’. Mais informações, aqui.

E, para mostrar que não ficamos atrás, ainda em 2006, a Fiat teve uma ação semelhante desenvolvida pela Agência Click. Confira.


Interface Humana: qual o limite?

7 de março de 2010

Chris Harrison, da Universidade Carnegie Mellon, Desney Tan e Dan Morris (ambos da Microsoft Research) estão fazendo experiências que visam tornar o corpo humano em uma interface touchscreen, permitindo a navegação por aplicativos especialmente desenvolvidos para este fim.

Se, por um lado, é apenas uma ‘brincadeira tecnológica’, em alguns anos isso pode mudar a forma com que encaramos o nosso dia-a-dia (sem mencionar a aplicabilidade quase imediata aos portadores de deficiência). As possibilidades serão quase infinitas.

Informações detalhadas podem ser obtidas aqui.

E, resumidamente, no vídeo abaixo.


Flyfire

20 de fevereiro de 2010

 

Flyfire é um projeto do Laboratório SENSEABLE em colaboração com ARES Lab (Aerospace Robotics and Embedded Systems Laboratory) – ambos do renomado M.I.T. – que visa transformar qualquer espaço comum em um ambiente de exibição envolvente e interativo.

Na sua primeira implementação, Flyfire explora as potencialidades deste sistema de vídeo usando um grande número de micro-helicópteros de auto-organização. Cada helicóptero contém pequenos LEDs e atua como um pixel inteligente. Através de movimentos controlados com precisão, os helicópteros executam movimentos sincronizados, formando uma superfície de exibição elástica para qualquer cenário desejado.

Flyfire serve como um primeiro passo para explorar e imaginar as possibilidades de esta exposição de forma livre: um enxame de pixels no espaço.

Para obter mais informações:
senseable-fly@mit.edu

As aplicações práticas de uma tecnologia dessas em eventos seria algo nunca antes imaginado. É alucinante pensar o que ainda pode ser desenvolvido pela genialidade humana, não?